Durante o último ano o Programa Municipal de DST/Aids intensificou a sua produção de vídeos. Ao todo foram criados cinco spots, com 30 segundo de duração, mais um filme de média metragem.
Estes vídeos foram veiculados nas televisões dos ônibus públicos municipais de São Paulo ou na Rede São Paulo Saudável que mantém aparelhos de televisão nas salas de espera das unidades de saúde do município.
Conheça a lista completa dos vídeos e como assistir.
Fonte: http://www10.prefeitura.sp.gov.br/dstaids/novo_site
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
Programa de DST/AIDS da cidade de São Paulo encerrou o ano de 2008 com a produção de novos vídeos sobre prevenção e assistência.
Combate ao Racismo Institucional ganha nova feramenta de trabalho
Assista o trailler dos vídeos produzidos pelo Cinemina em Parceria com o Fundo Brasil de Direitos Humanos sobre Racismo Institucional. Divulgue por favor, para todos(as) de sua lista.
http://www.youtube.com/watch?v=9wNDylmi_zU&feature=channel_page
Maiores informações sobre o vídeo mande um email para euquerorevisao@gmail.com
http://www.youtube.com/watch?v=9wNDylmi_zU&feature=channel_page
Maiores informações sobre o vídeo mande um email para euquerorevisao@gmail.com
O Brasil perde o inventor do Dia da Consciência Negra
A Rede Nacional de Controle Social e Saúde da População Negra lamenta a morte de Oliveira Silveira, o inventor do Dia Nacional da Consciência Negra.
Poeta, militante dos mais importantes na luta contra o Racismo e pela dignidade do povo negro brasileiro, Oliveira Silveira deixou na história a sua marca. Sua marcante contribuição resultou entre outras, na criação do dia Nacional da consciência Negra. Rãs Adauto Berlin definiu em versos e muito bem o significa Oliveira Silveira em nossas histórias:
A morte não destroi ou apagaum exemplo digno como esse.
A memória é mais forte e poderosaquando a luta é grande e verdadeira.
Um poeta não morre nunca.
Um guerreiro apenas descansa...
por Ras Adauto, 02.01.2009
Poeta, militante dos mais importantes na luta contra o Racismo e pela dignidade do povo negro brasileiro, Oliveira Silveira deixou na história a sua marca. Sua marcante contribuição resultou entre outras, na criação do dia Nacional da consciência Negra. Rãs Adauto Berlin definiu em versos e muito bem o significa Oliveira Silveira em nossas histórias:
A morte não destroi ou apagaum exemplo digno como esse.
A memória é mais forte e poderosaquando a luta é grande e verdadeira.
Um poeta não morre nunca.
Um guerreiro apenas descansa...
por Ras Adauto, 02.01.2009
sexta-feira, 26 de dezembro de 2008
Prezad@s,
Terminou neste dia 21 de novembro em Santiago, no Chile, o Seminário Censos 2010 y la inclusión del enfoque étnico - Hacia una construcción participativa con pueblos indígenas y arodescedientes de América Latina.Após três dias de análises e debates acerca dos sistemas de contagem de população e produção de estatísticas populacionais de diferentes países da América Latina e Caribe, @s participantes produziram uma série de propostas visando iniciar ou melhorar, nos diferentes países e na ação de CELADE-CEPAL e demais agências das Nações Unidas presentes, a coleta e análises de dados populacionais.As propostas indicaram as formas mais adequadas de se incluir as populações indígenas e afrodescentesntes da região nas coletas de dados, assinalando também a necessidade de se melhorar estes processos para outros grupos étnicos que aqui habitam, como a população cigana, por exemplo.
@s representantes afrodescendentes desenvolveram estratégias de negociação nos diferentes grupos de tratablho, bem como elaboraram um documento geral de propostas que foram entregues a CELADE-CEPAL, na presença de seu presidente e a tod@s @s demais participantes.
Entre as propostas de afrodescendentes estão:
1. criar, no âmbito da CEPAL, um grupo que se encarregue da produção e análise de dados regionais sobre a população afrodescendente;
2. realizar encontros anuais de análises estatísticas sobre esta população;
3. criar um grupo de especialistas afrodescendentes que realizará diagnósticos nacionais e regional acerca dos limites atuais técnicos, logísticos e políticos para a realização de censos que incluam de forma adequada a população afrodescendente;
4. capacitar técnica e politicamente técnicos e gestores para a coleta de dados e desenvolvimennto de estratégias de superação do racismo institucional;
5. desenvolver análises e divulgação estatísticas desagregadas também segundo gênero;
Estas e outras propostas estarão à disposição do site de CELADE-CEPAL a partir da próxima semana, bem como os estudos que foram feitos por especialistas e que fundamentaram grande parte das discussões.
Jurema Werneck - CRIOLAS/Organização de Mulheres Negras.
Terminou neste dia 21 de novembro em Santiago, no Chile, o Seminário Censos 2010 y la inclusión del enfoque étnico - Hacia una construcción participativa con pueblos indígenas y arodescedientes de América Latina.Após três dias de análises e debates acerca dos sistemas de contagem de população e produção de estatísticas populacionais de diferentes países da América Latina e Caribe, @s participantes produziram uma série de propostas visando iniciar ou melhorar, nos diferentes países e na ação de CELADE-CEPAL e demais agências das Nações Unidas presentes, a coleta e análises de dados populacionais.As propostas indicaram as formas mais adequadas de se incluir as populações indígenas e afrodescentesntes da região nas coletas de dados, assinalando também a necessidade de se melhorar estes processos para outros grupos étnicos que aqui habitam, como a população cigana, por exemplo.
@s representantes afrodescendentes desenvolveram estratégias de negociação nos diferentes grupos de tratablho, bem como elaboraram um documento geral de propostas que foram entregues a CELADE-CEPAL, na presença de seu presidente e a tod@s @s demais participantes.
Entre as propostas de afrodescendentes estão:
1. criar, no âmbito da CEPAL, um grupo que se encarregue da produção e análise de dados regionais sobre a população afrodescendente;
2. realizar encontros anuais de análises estatísticas sobre esta população;
3. criar um grupo de especialistas afrodescendentes que realizará diagnósticos nacionais e regional acerca dos limites atuais técnicos, logísticos e políticos para a realização de censos que incluam de forma adequada a população afrodescendente;
4. capacitar técnica e politicamente técnicos e gestores para a coleta de dados e desenvolvimennto de estratégias de superação do racismo institucional;
5. desenvolver análises e divulgação estatísticas desagregadas também segundo gênero;
Estas e outras propostas estarão à disposição do site de CELADE-CEPAL a partir da próxima semana, bem como os estudos que foram feitos por especialistas e que fundamentaram grande parte das discussões.
Jurema Werneck - CRIOLAS/Organização de Mulheres Negras.
Mulheres da Amazônia pedem implantação de políticas públicas
Brasília, 09/12/2008
A implantação de políticas públicas para as mulheres da Amazônia foi a reivindicação principal das participantes de audiência pública promovida nesta terça-feira pela Comissão da Amazônia, Integração Nacional e de Desenvolvimento Regional.Segundo representantes de comunidades tradicionais - quilombolas, indígenas, catadoras de castanha e parteiras -, a presença do Estado pode garantir a preservação de conhecimentos tradicionais e os direitos humanos para as populações da região.Representante do Instituto de Mulheres Negras do Amapá, Maria das Dores Almeida, a Durica, considerou a saúde um problema sério na região, não apenas para as mulheres.Ela ressaltou que o isolamento da região é uma dificuldade a mais para essas populações, pois quando as políticas públicas chegam lá apresentam muitas distorções, como o desvio de recursos.Durica enfatizou que as mulheres da Amazônia querem participar da formulação das políticas para a região. "Nos grandes projetos que vão para Amazônia, nós não somos ouvidos nem respeitados na nossa diversidade cultural e ambiental", criticou."Do ponto de vista em que os projetos têm sido feitos, simplesmente acham que a Amazônia é água e mata. Na realidade, nós estamos lá. E, enquanto mulheres negras, nós somos invisíveis", acrescentou.DiversidadeA presidente da comissão, deputada Janete Capiberibe (PSB-AP), ressaltou que as mulheres da Amazônia precisam ser incluídas nas políticas do Estado brasileiro."Essa diversidade étnica e cultural de mulheres, que existe na região amazônica, precisa estar incluída nas políticas públicas do Estado brasileiro", observou.Segundo a parlamentar, dos R$ 29,516 milhões de emendas da comissão da Amazônia para o orçamento de 2008, nenhum centavo foi liberado. "A mulher amazônida está na invisibilidade ainda."Não sabiaAo ser questionada sobre a não-liberação das emendas da comissão pelo governo, a ministra da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, Nilcéa Freire, reclamou por não ter sido informada disso antes.Durante a audiência, a ministra pediu aos parlamentares a lista com as emendas não-acatadas para que possa trabalhar pela liberação dos recursos das políticas para as mulheres.Ela destacou que é preciso saber se os municípios e entidades beneficiados com as emendas encaminharam os projetos adequados para o governo. Em caso de irregularidades técnicas ou legais, os recursos não podem ser liberados. Nilcéa Freire disse que as reivindicações das mulheres da Amazônia estão sendo atendidas pelo 2º Plano Nacional de Políticas Públicas para as Mulheres, que "foi construído justamente colhendo as reivindicações de todas as mulheres brasileiras". De acordo com a ministra, o que falta é colocar em prática esse plano. "O governo federal está colocando naquelas ações em que pode ter iniciativa. Mas nós precisamos que esse plano seja estadualizado", acrscentou. Para ela, a situação enfrentada "é resulado da ausência do estado brasileiro na região amazônica que não vai se vencer num período de 5 ou 8 anos do governo do presidente Lula" e reconheceu que "é preciso menos promessas e nos embrenharmos mais para dentro desse país".
ParteirasA representante das parteiras tradicionais do Pará, Maria Teresa Bordalo, defendeu a aprovação do Projeto de Lei 2.354/03, da deputada federal Janete Capiberibe, que reconhece a profissão das parteiras. Segundo ela, com a aprovação dessa proposta da deputada Janete Capiberibe, as parteiras terão direito a um salário mínimo mensal, para que continuem sua atividade.
Agência Câmara
Crédito: Luiz Alves - Agência Câmara
A implantação de políticas públicas para as mulheres da Amazônia foi a reivindicação principal das participantes de audiência pública promovida nesta terça-feira pela Comissão da Amazônia, Integração Nacional e de Desenvolvimento Regional.Segundo representantes de comunidades tradicionais - quilombolas, indígenas, catadoras de castanha e parteiras -, a presença do Estado pode garantir a preservação de conhecimentos tradicionais e os direitos humanos para as populações da região.Representante do Instituto de Mulheres Negras do Amapá, Maria das Dores Almeida, a Durica, considerou a saúde um problema sério na região, não apenas para as mulheres.Ela ressaltou que o isolamento da região é uma dificuldade a mais para essas populações, pois quando as políticas públicas chegam lá apresentam muitas distorções, como o desvio de recursos.Durica enfatizou que as mulheres da Amazônia querem participar da formulação das políticas para a região. "Nos grandes projetos que vão para Amazônia, nós não somos ouvidos nem respeitados na nossa diversidade cultural e ambiental", criticou."Do ponto de vista em que os projetos têm sido feitos, simplesmente acham que a Amazônia é água e mata. Na realidade, nós estamos lá. E, enquanto mulheres negras, nós somos invisíveis", acrescentou.DiversidadeA presidente da comissão, deputada Janete Capiberibe (PSB-AP), ressaltou que as mulheres da Amazônia precisam ser incluídas nas políticas do Estado brasileiro."Essa diversidade étnica e cultural de mulheres, que existe na região amazônica, precisa estar incluída nas políticas públicas do Estado brasileiro", observou.Segundo a parlamentar, dos R$ 29,516 milhões de emendas da comissão da Amazônia para o orçamento de 2008, nenhum centavo foi liberado. "A mulher amazônida está na invisibilidade ainda."Não sabiaAo ser questionada sobre a não-liberação das emendas da comissão pelo governo, a ministra da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, Nilcéa Freire, reclamou por não ter sido informada disso antes.Durante a audiência, a ministra pediu aos parlamentares a lista com as emendas não-acatadas para que possa trabalhar pela liberação dos recursos das políticas para as mulheres.Ela destacou que é preciso saber se os municípios e entidades beneficiados com as emendas encaminharam os projetos adequados para o governo. Em caso de irregularidades técnicas ou legais, os recursos não podem ser liberados. Nilcéa Freire disse que as reivindicações das mulheres da Amazônia estão sendo atendidas pelo 2º Plano Nacional de Políticas Públicas para as Mulheres, que "foi construído justamente colhendo as reivindicações de todas as mulheres brasileiras". De acordo com a ministra, o que falta é colocar em prática esse plano. "O governo federal está colocando naquelas ações em que pode ter iniciativa. Mas nós precisamos que esse plano seja estadualizado", acrscentou. Para ela, a situação enfrentada "é resulado da ausência do estado brasileiro na região amazônica que não vai se vencer num período de 5 ou 8 anos do governo do presidente Lula" e reconheceu que "é preciso menos promessas e nos embrenharmos mais para dentro desse país".
ParteirasA representante das parteiras tradicionais do Pará, Maria Teresa Bordalo, defendeu a aprovação do Projeto de Lei 2.354/03, da deputada federal Janete Capiberibe, que reconhece a profissão das parteiras. Segundo ela, com a aprovação dessa proposta da deputada Janete Capiberibe, as parteiras terão direito a um salário mínimo mensal, para que continuem sua atividade.
Agência Câmara
Crédito: Luiz Alves - Agência Câmara
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